UB40 no FESTIVAL POSITIVE VIBES

ub40Com data marcada para os dias 28 e 29 de Junho, no Areinho de Oliveira do Douro, o FESTIVAL POSITIVE VIBES regressa para a sua segunda edição com um dos maiores clássicos do reggae: UB40.

A banda de reggae britânica UB40 vão actuar no dia 29 de Junho, e trinta anos depois, com mais de 50 milhões de álbuns vendidos tornaram-se grandes estrelas mundiais, considerados verdadeiras fontes de inspiração para todos os jovens.

Bilhete Diário: 18.00 eur

Passe 2 dias (28 e 29 Junho): 25.00 eur – inclui campismo

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

Saiba mais aqui…

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por noticiasdegaia Publicado em Cultura

Meo Marés Vivas no Facebook

MEOBem-vindo à página oficial do Festival Marés Vivas. De 18 a 20 de Julho, a melhor música está em Vila Nova de Gaia!
O Festival Marés Vivas 2013 está de volta a Vila Nova de Gaia nos próximos dias 18 a 20 de Julho. Este ano, o Marés Vivas trará ainda mais festivaleiros à Foz do Douro, em 3 dias de boa música e muita animação!

Os bilhetes podem ser adquiridos nos locais habituais ou na Ticketline.

Informação geral

Site Oficial do Festival:
http://www.tmn.pt/mvtmn/

Twitter:
http://www.twitter.com/FestiMaresVivas

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Festival Meo Marés Vivas

MV

The Smashing Pumpkins

Veja aqui todas as novidades sobre o Festival Meo Marés Vivas

Cabedelo | 18, 19 e 20 de Julho

Bilhete Diário: 30.00 eur | Passe 3 dias: 60.00 eur

Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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Associação Recreativa de Laborim empossa primeira mulher na direção

SONY DSCA Associação Recreativa de Laborim empossou, pela primeira vez, uma mulher como presidente da Direção. Trata-se de Anabela Lage, uma jovem empreendedora e entusiasta do movimento associativo, que promete levar a bom porto esta coletividade.

“Queremos melhorar ao nível do convívio, dos eventos que serão realizados, dos torneios que iremos proporcionar, das festividades. Queremos que o nosso salão se encha com regularidade, através dos diversos eventos que iremos tentar colocar em prática. Queremos que, agora para os sócios que tenham as cotas em dia, que estes venham a usufruir de algumas regalias que até á data não tinham, sendo essas mesmas regalias brevemente comunicadas”, anunciou Anabela, durante a cerimónia da tomada de posse.

Ambição e força de vontade prometem “manter uma ligação estreita à população e ao meio social onde estamos integrados”, segundo garantiu a Presidente desta associação, anunciando outros pressupostos de um mandato promissor: “Fomentamos o bom relacionamento e a parceria com outras associações e colectividades quer de natureza social, quer de natureza cultural, desportiva ou recreativa. Estamos todos no mesmo barco, que é o movimento associativo”.

A cerimónia de tomada de posse contou com a presença de Fernando Vieira e Elísio Pinto, respetivamente presidentes das Juntas de Freguesia de Mafamude e Vilar do Paraíso. Ambos teceram fortes elogios aos corpos dirigentes cessantes e deixaram uma mensagem de esperança para o futuro desta associação que conta já 78 anos de vida.

SÉRGIO GODINHO NO “CONTA-ME HISTÓRIAS”

O “Conta-me histórias” continua em Gaia. Desta vez, um dos mais importantes músicos portugueses é o convidado especial. Sérgio Godinho vai estar no Auditório Municipal de Gaia, no próximo dia 9 de novembro.

Depois da passagem de nomes como os Clã, Rita Redshoes, Mafalda Veiga entre outros, por alguns dos polos culturais de Gaia, como o Espaço Corpus Christi, Casa Barbot ou Cine Teatro Eduardo Brazão, é agora a vez de Sérgio Godinho nos trazer à memória, não apenas “uma frase batida”, mas muitas histórias que certamente terá para contar.

Sérgio Godinho nasceu no Porto, em 1945. Além de autor, compositor e cantor é, um pouco à imagem do personagem da sua música “O homem dos 7 instrumentos”, artisticamente multifacetado, sendo ator com diversas participações em filmes, séries televisivas e peças teatrais, dramaturgo, com assinatura de algumas peças de teatro e ainda realizador, entre outras atividades.

Cedo zarpou de Portugal, para fugir à guerra colonial e para conhecer o mundo. Integra durante dois anos o elenco do musical “Hair”, em Paris, onde “vive” o Maio de 68. Apesar do seu exílio, toma contato com músicos portugueses ligados à resistência anti-fascista, como Zeca Afonso, Luís Cília, ou José Mário Branco, com quem colaborou em 1971, no álbum “Mudam-se os tempos mudam-se as vontades”. Grava nesse mesmo ano, ainda na capital francesa, o seu primeiro LP “Os sobreviventes”.

Já no Canadá, fez parte da companhia de teatro The Living Theatre, em Vancouver, onde tomou conhecimento da revolução do 25 de Abril, que o leva a regressar a Portugal.

Já em terras lusitanas, edita o álbum À queima-roupa (1974) com estrondoso sucesso, e corre o país, atuando em manifestações populares.

Desde então a sua carreira não mais parou; apesar de nem sempre ter obtido o correspondente êxito comercial, permaneceu como favorito da crítica e do público, sendo autor de algumas das canções mais aclamadas da história da música portuguesa, “É terça-feira”, “Com um brilhozinho nos olhos”, “O Primeiro dia”.

Atualmente é um dos músicos portugueses mais ativo, colaborando frequentemente com bandas e projetos de música moderna, mantendo-se como sempre na linha da frente da criatividade, em Portugal.

O ciclo “Conta-me Histórias” É uma sessão de conversa com os músicos sobre o processo de criação de canções e a importância que eles dão à Palavra. Conversas simples sobre o seu quotidiano, regadas com boa disposição e irreverência q.b. Os músicos fazem-se acompanhar da guitarra, piano ou algo o mais simples possível, intercalando a conversa, cantando seis a oito temas da sua autoria.

Os “entrevistadores” vão alternando entre o programador cultural e jornalista musical, responsável pelo site de música portuguesa “Divergências”, Artur Silva, o pivot de informação da RTP, Jorge Oliveira e o jornalista e crítico literário, Tito Couto.

Os bilhetes para o “Conta-me histórias” com Sérgio Godinho já estão à venda na Casa Barbot/Casa da Cultura e no Auditório Municipal de Gaia. Preço normal: 4 Euros | Preço Passaporte Cultural: 2 Euros | Concerto às 21h30

O Ciclo “Conta-me histórias” é um evento Passaporte Cultural. A obtenção do Passaporte Cultural de Gaia poder ser feita, sem qualquer custo, a qualquer altura ou aquando da aquisição dos bilhetes de acesso para qualquer espectáculo mas sempre na Casa Barbot/Casa da Cultura.

Festival Marés Vivas

HORÁRIOS | 18, 19,20 e 21 de Julho

Durante os quatro dias de festival iremos ter mais horas de música por dia!

São muitos os artistas que vão dar música durante os quatro dias de festival.

Pelo palco tmn vão passar nomes como Franz Ferdinand, Wolfmother, Garbage, Kaiser Chiefs, The Cult, Billy Idol, Gogol Bordello, Anastacia, Pedro Abrunhosa, The Hives e muitos mais…

Já no palco Moche não se podem perder nomes como Virgem Suta, HMB, João Só e os Abandonados, André Indiana Blues Band, Slimmy, The Eleanors e ainda Luísa Sobral.

O recinto abre às 17 horas. Seguem os horários dos espectáculos para que não perca um único segundo do festival.

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Azeitonas convidam Rui Veloso

2012 é o ano em que se comemoram 10 edições do Festival Marés Vivas tmn e é também o ano do 10º aniversário de Os Azeitonas.

Sendo assim, e porque comemorações são comemorações, Os Azeitonas contarão com a presença no Palco tmn, no dia 20 de Julho, de um ilustre convidado: Rui Veloso. Esta cativante presença do músico Portuense no Festival Marés Vivas tmn 2012, deve-se ao facto de ter sido Rui Veloso o grande responsável pelo sucesso e mediatização de Os Azeitonas. A banda saiu do anonimato com o álbum “Um tanto ou Quanto Atarantado”, que foi gravado a convite de Rui Veloso pela sua editora “Maria Records”. Os Azeitonas foram ao longo dos anos somando várias actuações conjuntas com Rui Veloso, entre as quais a presença no concerto de comemoração dos 25 anos de carreira do músico, no Coliseu do Porto.

A presença de Rui Veloso no Palco tmn, como convidado de Os Azeitonas, foi uma das novidades que foram apresentadas ontem à noite, na festa de apresentação do Festival Marés Vivas tmn 2012, que decorreu no OPO Club & Lounge Gaia. A festa contou com a presença de Os Azeitonas, The Eleanors, The Lazy Faithfull, Mónica Ferraz, André Indiana, João Só e ainda Pedro Abrunhosa (que brindou os presentes com uma intimista actuação), entre outros.

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Concertos de Verão voltam a animar a Serra do Pilar

A Serra do Pilar vai se transformar uma vez mais num magnífico palco, tendo por pano de fundo uma das mais belas paisagens do mundo. Ali irão ter lugar os primeiros Concertos de Verão, que começarão no próximo dia 29, com a presença de Luís Represas & João Gil e no dia seguinte dos Echo & the Bunnymen. Os Concertos de Verão prosseguem no fim de semana seguinte, com a atuação de Rui Veloso no dia 6 de julho e dos Manfred Mann, no dia 7.
O Festival Concertos de Verão da Serra do Pilar surge da fusão de duas marcas do Pelouro da Cultura de Gaia, o “Rock às Sextas” e “Reviver os 70s” eventos que este ano não se concretizaram.

LUIS REPRESAS & JOÃO GIL
Luis Represas e João Gil são amigos de longa data e constituíram por assim dizer a “alma” dos Trovante, banda que fundaram nos anos 70 e que se tornou numa das mais importantes formações da história da música portuguesa, deixando um legado de “hinos” como, “Perdidamente” ou “125 azul”.
No final dos Trovante, Luís Represas e João Gil abraçaram projetos separados. Represas mantém uma sólida careira a solo, compondo discos e apresentando-se regularmente ao vivo e já trabalhou com nomes como Pablo Milanés, Simone ou o recentemente desaparecido Bernardo Sassetti.
João Gil formou a Ala dos Namorados, banda que alcançou um êxito notável durante os anos 90, tendo-se depois retirado para trabalhar no projeto Filarmónica Gil. Fez ainda parte do coletivos Rio Grande e Cabeças no Ar, juntamente com Rui Veloso e Jorge Palma, entre outros artistas.
A propósito dos 35 anos de carreira, Luís Represas e João Gil juntaram-se novamente para fazerem um disco epónimo.

ECHO & THE BUNNYMEN
Os Echo & the Bunnymen surgiram ainda no final da década de 70, mas foram os anos 80 que os viram crescer até se tornarem numa referência incontornável, numa banda de culto, tendo para isso muito contribuído a imagem do fundador e vocalista Ian McCulloch.
Dos seis discos gravados durante a primeira vida dos Echo, entre 1980 e 1987, ficaram temas emblemáticos do chamado “som da frente”, como “The Cutter”, “Killing moon” ou “Seven seas”. Os Echo & the Bunnymen não sobreviveram à saída de McCulloch que procurava uma carreira a solo e, apesar de ainda terem gravado um disco com Noel Burke como vocalista, separaram-se em 1993.
Depois de ter trabalhado com o também ex-Echo Will Sargeant no projeto Electrafixion, McCulloch acedeu em reunir os Echo & The Bunnymen, em 1997 para uma nova vida, tendo já lançado cinco trabalhos discográficos.
O primeiro concerto dos Echo & the Bunnymen em Portugal teve lugar no Festival de Vilar de Mouros, em 1982.
Concertos de Verão da Serra do Pilar – Bilhetes à venda via Ticketline, FNAC´s e locais habituais e na Casa Barbot (aqui também bilhetes Passaporte Cultural)
BILHETE NORMAL: 7.5 Euros | BILHETE PASSAPORTE CULTURAL: 5 EUROS.

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MARCHAS DE S. JOÃO – GAIA 2012

Marcha de Vilar do Paraíso (ACRAV) – Vencedora em 2011

As Marchas de S. João são um dos momentos altos das festividades que decorrem nesta quadra no concelho de Vila Nova de Gaia.

Relembrar e reviver é um dos objectivos desta iniciativa, que pretende proporcionar o reforço do sentido de comunidade, incentivando a participação colectiva através das suas colectividades.

As Marchas de Gaia deste ano têm como tema “O São João”, devendo as nove freguesias/marchas participantes glosar este tema, quer no que respeita à Letra e à Música, quer no que concerne aos Arcos e Balões e ao Guarda-Roupa.

A Grande Marcha – Gaia 2012 é de autoria do poeta e letrista Joyce Piedade (letra) e do maestro e compositor Ramiro Lopes (música), sendo interpretada por Rosita.

As freguesias de Afurada, Avintes, Crestuma, Mafamude, Pedroso, Santa Marinha, Sermonde, Valadares e Vilar do Paraíso desfilarão a partir das 22h00 num percurso compreendido entre o tabuleiro inferior da Ponte Luís I e o Largo da Cruz, dando cor e alegria a uma zona extraordinariamente bela.

As Marchas começam a desfilar no Largo Luís I, junto ao tabuleiro inferior da Ponte, do lado de Gaia, percorrendo seguidamente a Avenida Diogo Leite e Avenida Ramos Pinto. Após a exibição perante o júri na Praça Central do empreendimento do Cais de Gaia, em frente ao Convento Corpus Christi, as Marchas continuarão a desfilar até ao Largo da Cruz.

O Cais de Gaia é, mais uma vez, o ponto central de exibição das Marchas, recebendo centenas de pessoas que integram os diferentes grupos.

MARCHAS DE S. JOÃO – GAIA 2012 | “O SÃO JOÃO”

FREGUESIAS e INSTITUIÇÕES participantes:

FREGUESIA DA AFURADA – Grupo Desportivo e Cultural do Bairro da Afurada

FREGUESIA DE AVINTES – Grupo Mérito Dramático Avintense

FREGUESIA DE CRESTUMA – Grupo Folclórico e Etnográfico de Santa Marinha de Crestuma

FREGUESIA DE MAFAMUDE – Centro Popular dos Trabalhadores da Alameda do Cedro

FREGUESIA DE PEDROSO – Jaca Futebol Clube

FREGUESIA DE SANTA MARINHA – Tuna Musical de Santa Marinha

FREGUESIA DE SERMONDE – Associação Sermonde Cultural

FREGUESIA DE VALADARES – Grupo Folclórico de Valadares

FREGUESIA DE VILAR DO PARAÍSO – Grupo Dramático de Vilar do Paraíso

CONVIDADOS A ABRIR O DESFILE – Associação Recreativa “Os Mareantes do Rio Douro”

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José Cid e Emanuel no S. Pedro da Afurada

Estão quase a começar as Imponentes Festas em Honra de S. Pedro, Padoreiro dos Pescadores da Afurada. Este ano, a vila piscatória vai estar em festa de 22 de junho a 2 de julho, com especial destaque para o dia do padroeiro (29 de junho), o dia 30, sábado, com o majestoso fogo de artificio habitual e, claro, o domingo seguinte dia da Procissão.

PROGRAMA Musical

22 de junho – sexta – Banda Reciclagem

23 de junho – sábado – João Neto | Banda Lusa

24 de junho – domingo – Albatroz

25 de junho – segunda – Os Solitários

26 de junho – terça – Marchas de S. João

27 de Junho – quarta – Noite de Fados

28 de Junho – quinta – Tropical Swing

29 de junho – sexta(Dia do Padroeiro) Marcos Levi | Leandro

30 de junho – sábado – Trio Eléctrico Cambalacho | Emanuel | Grandioso Fogo de Artifício

1 de julho – domingo – Procissão ( a partir das 15h30) | José Cid | Miguelão do Acordeão

2 de julho – segunda – Diapasão

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Areinho recebe Positive Vibes

Três anos e meio depois, Kusturica volta a atuar em Gaia. Primeira edição do festival Positive Vives decorre no Areinho de Oliveira do Douro, dias 15 e 16 de junho, e traz ao município muita música alternativa, com o som reggae como pano de fundo

Depois de ter esgotado o Pavilhão Municipal de Gaia em novembro de 2008, Emir Kusturica e The No Smoking Orhestra estão de volta ao concelho. A atuação do músico e cineasta sérvio insere-se no cartaz do Positive Vibes, marcado para 15 e 16 de junho, para o Areinho de Oliveira do Douro.

A primeira edição deste festival está a cargo da câmara de Gaia e da empresa PEV Entertainment, precisamente as mesmas sinergias demonstradas na organização do Marés Vivas.

Tendo como mote “vibrações positivas”, no cartaz figuram ainda os nomes de Patrice, Richie Campbell, Xibata – que sobem ao palco no primeiro dia -, bem como Natiruts e Souls of Fire – que acompanham Kusturica na derradeira noite.

Com o intuito de ser um festival de verão alternativo e com muito som Reggae, a organização preparou ainda para o local a permanência da Tenda Soundsystem, por onde passam Jamrock, Celebration Sounds, Dirty Skank Beats, Aerosoul e Fyah Burn com Luana Bonfim (dia 15), tal como Pow Pow Movement, João Dinis e Youth Culture (dia 16).

Num recinto preparado para receber cerca de 15 mil pessoas, além do palco principal e das tendas, destaque ainda para ocorrência de workshops e para a Universidade do Reggae, que será um espaço dedicado ao conhecimento e às palestras, em que os oradores terão a oportunidade de abordar e interagir com os participantes sobre diversos temas.

O bilhete diário do Positive Vibes custa 18 euros e o passe para os dois dias 25 euros, acrescido da possibilidade de acampar gratuitamente junto ao recinto, e podem ser adquiridos nos locais habituais.

Positive Vibes no Areinho de Oliveira do Douro:
Dia 15
Palco Principal – Patrice, Richie Campbell e Xibata.
Tenda Soundsystem – Jamrock, Celebration Sounds, Dirty Skank Beats, Aerosoul e Fyah Burn com Luana Bonfim.
Dia 16
Palco Principal – Natiruts, Emir Kusturika & TNSO e Souls of Fire
Tenda Soundsystem – Pow Pow Movement, João Dinis e Youth Culture

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Kusturica regressa a Gaia

Três anos e meio depois, o músico e cineasta sérvio volta a atuar no concelho. Primeira edição do festival Positive Vives decorre no Areinho de Oliveira do Douro, dias 15 e 16 de junho, e traz ao município muita música alternativa, com o som reggae como pano de fundo

Depois de ter esgotado o Pavilhão Municipal de Gaia em novembro de 2008, Emir Kusturica e The No Smoking Orhestra estão de volta ao concelho. A atuação do músico e cineasta sérvio insere-se no cartaz do Positive Vibes, marcado para 15 e 16 de junho, para o Areinho de Oliveira do Douro.

A primeira edição deste festival está a cargo da câmara de Gaia e da empresa PEV Entertainment, precisamente as mesmas sinergias demonstradas na organização do Marés Vivas.

Tendo como mote “vibrações positivas”, no cartaz figuram ainda os nomes de Patrice, Richie Campbell, Xibata – que sobem ao palco no primeiro dia -, bem como Natiruts e Souls of Fire – que acompanham Kusturica na derradeira noite.

Com o intuito de ser um festival de verão alternativo e com muito som Reggae, a organização preparou ainda para o local a permanência da Tenda Soundsystem, por onde passam Jamrock, Celebration Sounds, Dirty Skank Beats, Aerosoul e Fyah Burn com Luana Bonfim (dia 15), tal como Pow Pow Movement, João Dinis e Youth Culture (dia 16).

Num recinto preparado para receber cerca de 15 mil pessoas, além do palco principal e das tendas, destaque ainda para ocorrência de workshops e para a Universidade do Reggae, que será um espaço dedicado ao conhecimento e às palestras, em que os oradores terão a oportunidade de abordar e interagir com os participantes sobre diversos temas.

O bilhete diário do Positive Vibes custa 18 euros e o passe para os dois dias 25 euros, acrescido da possibilidade de acampar gratuitamente junto ao recinto, e podem ser adquiridos nos locais habituais.

Positive Vibes no Areinho de Oliveira do Douro:
Dia 15
Palco Principal – Patrice, Richie Campbell e Xibata.
Tenda Soundsystem – Jamrock, Celebration Sounds, Dirty Skank Beats, Aerosoul e Fyah Burn com Luana Bonfim.
Dia 16
Palco Principal – Natiruts, Emir Kusturika & TNSO e Souls of Fire
Tenda Soundsystem – Pow Pow Movement, João Dinis e Youth Culture

Concertos de Verão regressam à Serra

A monumentalidade da Serra do Pilar, Património da Humanidade, vai ser mais uma vez palco de momentos musicais inesquecíveis, com as atuações dos Echo & The Bunnymen, Rui Veloso, Manfred Mann e Luís Represas & João Gil.

Numa fusão de duas marcas do pelouro da Cultura de Gaia, “Rock às Sextas” e “Reviver os 70s” surgem os “Concertos de Verão – Serra do Pilar”, que se realizarão no último fim de semana de junho e no primeiro de julho.

Luis Represas & João Gil são os primeiros a atuar e, no dia 29 de junho, vão recordar o percurso nos Trovante, de “125 azul” ou “Caravelas”, “Perdidamente” e com “Saudade”.

Seguem-se, dia 30, sábado, os Echo & The Bunnymen, uma referência de culto dos 80s. Ian McCulloch e os Echo vão-nos transportar numa viagem pelos “Seven seas”, sob uma “Killing moon”.

Rui Veloso vai cantar o “Porto Sentido” no dia 6 de julho, contemplando desde Gaia uma das mais belas vistas do mundo.

No dia 7 cabe aos veteranos Manfred Mann o fecho dos “Concertos de Verão – Serra do Pilar”, uma festa de música ao som de “Do wah diddy diddy” ou “If you gotta go, go now”.

O ciclo “Concertos de Verão – Serra do Pilar” é um evento Passaporte Cultural. Bilhete Passaporte Cultural: €5 Bilhete normal: €7,5 À venda na Casa Barbot e na Ticketline (locais habituais). A obtenção do Passaporte Cultural de Gaia poder ser feita, sem qualquer custo, a qualquer altura ou através do site da Câmara de Gaia ou aquando da aquisição dos bilhetes de acesso para qualquer espectáculo, mas sempre na Casa Barbot/Casa da Cultura. Concertos às 22h00

Dois dedos de conversa ao som de música de excelência

Uma das iniciativas do pelouro da Cultura chama-se ‘Conta-me Histórias’. Este é um projeto inédito e, de salientar, também é o programa ser todo de artistas portugueses. Mais ou menos rock, mais ou menos tranquilo, a única certeza são as caraterísticas intimistas do espetáculo. E mais, o Conta-me dará a oportunidade ao público de conhecer locais culturais do municipio que, muitas vezes, é desconhecido. Para além do auditório municipal, os espetáculos vão passar pelo Cine Teatro Eduardo Brazão, os jardins da Casa Barbot e ainda o Convento Corpus Christi. Os artistas já foram anunciados.

Os Clã de Manuela Azevedo são os primeiros a subir ao palco, no Convento Corpus Christi (8 Março). Seguem-se Rita Redshoes (5 Abril, Auditório Municipal), Mafalda Veiga (20 Abril, Auditório Municipal), Algodão/Pac Man (4 Maio, Auditório Municipal), Bernardo Sassetti (18 Maio, Eduardo Brazão), Luísa Amado (a mulher de Carlos Paredes) com Victor de Sousa (1 Junho, Corpus Christi), Mazgani (14 Junho, Corpus Christi) e, finalmente, Old Jerusalem (22 Junho, jardins Casa Barbot).

O ‘Conta-me Histórias’ tem como objectivo realizar uma sessão de conversa com os músicos sobre o processo de criação de canções e a importância que eles dão à palavra. Conversas simples sobre o quotidiano, regadas com boa disposição e irreverência q.b. Os músicos fazem-se acompanhar da guitarra, piano ou algo mais simples possível para, informalmente, durante a conversa, explicarem alguns pormenores do processo de criação, cantando seis a oito temas.

Para mediar a conversa teremos em palco o programador cultural e jornalista musical, Artur Silva, o pivot de informação da RTP, Jorge Oliveira, e o jornalista e crítico literário, Tito Couto.

O espaço em que decore a conversa recria uma sala de estar, de forma a criar um ambiente de intimidade e partilha mais profundos.

O Notícias de Gaia esteve à conversa com Tito Couto, um dos mentores do ‘Conta-me histórias’.

O Conta-me Histórias é um espetáculo diferente. Explique-nos o conceito.

O Conta-me Histórias é um espectáculo que junta a entrevista com o concerto acústico. No palco teremos a recriação de uma sala de estar, onde os músicos portugueses recordam as suas carreiras e alguns dos seus temas musicais mais emblemáticos. O ambiente é de profunda intimidade e boa disposição.

Depois de Paredes e Felgueiras, porque escolhem Vila Nova de Gaia?

No fundo acho que foi Gaia que nos escolheu, até porque a autarquia deseja criar um programa de formação de público no concelho. Ao saberem da existência deste nosso espectáculo, e dos resultados que tivemos noutros concelhos, decidiram convidar-nos.

Quais são as vossas expetativas em relação ou público de Gaia?

Não criamos expectativas. Sabemos que as pessoas vão começar por aparecer pela força dos artistas envolvidos e que rapidamente vão aderir à nossa descontracção. O que nos aconteceu em Paredes e  Felgueiras foi isso mesmo. Nos primeiros espectáculos as pessoas centram as atenções nos artistas e nas músicas, rapidamente aderem ao conceito independentemente dos artistas convidados ou do maior ou menor número de temas interpretados.

Para já estão agendados oito espetáculos. Pode aparecer outro ciclo de Conta-me?

Neste momento estamos empenhados nestes primeiros oito espectáculos e confiantes de que vai ser do agrado do público de Gaia. Depois disso vamos pensar naquilo que podemos fazer.

O Conta-me Histórias pode assumir características de espetáculo itinerante?

Depois de Paredes, Felgueiras e Gaia já podemos dizer que estamos em itinerância. Naturalmente que queremos levar este conceito a outros concelhos e cidades. Tudo vai depender da aceitação do público e da vontade de outras autarquias em nos receber.

Qual seria a próxima cidade?

Nunca pensamos nisso. Mas podemos deixar um classificado: Projecto bom de conversa e capaz de dar música procura cidade calma, descontraída, com sentido de humor e disponível para contrair uma relação espectacular.

O ‘Conta-me histórias” é um evento Passaporte Cultural. A obtenção do Passaporte Cultural de Gaia poder ser feita, sem qualquer custo, a qualquer altura ou aquando da aquisição dos bilhetes de acesso para qualquer espectáculo, mas sempre na Casa Barbot/Casa da Cultura. Bilhetes à venda no Cineteatro Eduardo Brazão e na Casa Barbot/Casa da Cultura. Preço normal: 4 Euros. Preço Passaporte Cultural: 2 Euros. Concertos às 22h00

Dorminsky aposta em grande na música portuguesa

Este ano, o município de Gaia  está a investir na cultura portuguesa. Dezenas de artistas vão passar pela cidade nos próximos meses. Jorge Palma e Rita Guerra foram as primeiras vozes e receberam um aplauso gigante do público. Os bilhetes esgotaram com muita antecedência e os espetáculos intimistas marcaram quem assistiu. Seguem-me nomes como Mísia, Clã, Mafalda Veiga, entre muitos outros. Para além dos artistas, o pelouro está apostado em divulgar os espaços culturais. Quem quer conhecer, por exemplo, o Corpus Christi só tem de estar atento, dentro de dias pode apreciar o espaço. Mário Dorminsky é o vereador responsável pela inspiração nacional que vai pairar sobre a cidade….

Jorge Palma foi o primeiro a passar pelos palcos do concelho e deu o mote para um vasto programa cultural em Gaia. A Troika, seguramente, não passou por cá…

Passou. Passou pelo pelouro. Mas o Estado tem de ter a mesma atitude do pelouro: isto é, tem de ser criativo, investir nas áreas que pode (que tenham rentabilidade).  No nosso caso é a rentabilidade cultural.

Qual é o orçamento deste ano para a cultura?

O orçamento aprovado em câmara para este ano cruza duas valências. Uma que tem a ver com o investimento que faz nas pessoas, para que possam aceder aos projetos culturais e que ronda 250 mil euros.

 Muito reduzido…

Eu diria hiper reduzido! Tem de haver criatividade. Aliás, o programa que já apresentamos parece-me criativo.

Não lhe apetecia que o Festival Marés Vivas fosse organizado pelo pelouro da Cultura?

Não. Repare, quando o Marés Vivas é retomado, já estou eu em Gaia há seis anos. Nós, de alguma forma, recusamos o Marés Vivas. Discutimos com os promotores – na altura a Porto Eventos, agora é Porto Entertainements – e o que aconteceu foi que dissemos aos irmãos Silva que esta é uma área onde não nos queremos meter muito. Como se calhar não nos queremos meter muito com o reagge, ou com o hip hop. Logo à partida dissemos que era vocacionado para um publico muito jovem. Já há muitos eventos deste género e, por isso, não era prioridade. E mais… o programa que nós apresentaram, na altura, não era de todo atrativo. Consideramos que a programação do Marés Vivas é vocacionada para o público mais juvenil. Apesar de considerarmos isso importante, não só não tínhamos capacidade financeira para o tipo de proposta que nos estavam a fazer – nós nunca tivemos grandes orçamentos – e, como tal, não avançamos, mas também porque este evento esteve sempre ligado ao pelouro da Juventude. Deixamos rolar esta questão de uma forma perfeitamente normal e o pelouro da Juventude ficou com o evento.

 E esta ‘recusa’ não pode parecer estranho aos olhos dos gaienses?

Não. Tudo é cultura…

Mas só este evento tem um orçamento muito considerável , em oposição ao orçamento da Cultura…

Isso é um problema que me ultrapassa completamente. Vou fazer aqui um paralelismo… Por que é que, por exemplo,  a câmara do Porto não dá ao Fantasporto 150 mil ou 200 mil euros que é um evento que dá uma imagem internacional fortíssima à cidade (em termos turísticos é um icon da cidade, a par de Serralves e da Casa da Música) e vai pagar um X, não interessa o valor ao certo, para trazer o Primavera Sounds para o Porto. Vem de Barcelona para o Porto. Nasceu pequenino, em 82, mas agora é um grande festival.  Quanto é que vai investir lá? Não sei, mas será bastante, quanto mais não seja no espaço. Quanto é que custou o Rock in Rio em Lisboa? Toda a gente se esqueceu que a câmara investiu mais de três milhões de euros só em arranjar o espaço da Belavista. E depois passou a ser utilizado por outros produtores musicais. São opções! Mas, no fundo, é tudo cultura. Em Gaia, com o tipo de eventos que temos, como nunca conseguimos atingir determinados patamares que garanta o mediatismo nacional muito forte – aliás nem muito nem médio forte – eventos tipo festival de três dias, que é o caso do Marés Vivas, consegue logo destacar-se e até integrar-se num programa nacional de festivais. Por isso é que nós até nos afastamos, e até numa lógica de programação cultural normal… quer dizer, há ali dezdias onde não há nada antes e X dias onde não há nada depois. E, até lá, continuamos a desenvolver o nosso trabalho. Por exemplo, este ano temos grupos que já pegaram. Porquê? Porque o tipo de trabalho começou a ser feito em termos do lançamento dos projetos… é diferente! Estamos a lançar os projetos com uma antecedência de quase seis meses. Estamos a vender bilhetes com muitas semanas de antecipação. Todas os bilhetes para o Ciclo das vozes femininas estão à venda.

 E onde se podem adquirir os bilhetes para os concertos?

Nos locais onde decorrem os eventos e na Casa da Cultura. O que terá outra vantagem… as pessoas virem à Casa da Cultura e tirarem o Passaporte Cultural… e ver se, de uma vez por todas, ultrapassamos os 50 mil…

Esta é uma das imagens de marca…

É um ovo de colombo (esquecendo o Egg Parade, que é outro ovo de colombo)! Nós pensamos: como é que podemos divulgar todas as nossa iniciativas? Vamos criar um passaporte que seja chamativo e que nos permita uma base de dados capaz de mandar informação, as pessoas saberem que eles vão acontecer e, posteriormente, acederem a esses mesmos eventos. Por outro lado, entram todos os espaços culturais que existem em Gaia. No fundo é um produto de marketing que chama a atenção para o que existe em Gaia. E nesse aspeto funcionou…

Vamos falar um pouco das atividades… Comecemos pelo ciclo Vozes no Feminino… que ciclo é este?

Já tentei fazer isto antes. Gosto muito de vozes femininas. Já o fizemos no jazz. Todas as artistas de jazz portuguesas passaram por cá, até as mais clássicas como Maria Viana. Neste ciclo conseguimos juntar um núcleo de vozes – tirando um deles –  que foi renegociado com o promotor. Cá está… quais são as condições que nós negociamos com os promotores? Cedência de espaço, participação mínima e eles dão-nos alguns bilhetes e fazem desconto para o Passaporte Cultural.

 Quais são as vozes?

Começamos pela Rita Guerra [que já atuou]; continua com uma senhora que no estrangeiro é quase uma Amália, mas em Portugal ainda não é muito conhecida que é a Misia (e que vai lançar cá o novo disco); depois temos a Teresa Salgueiro, um nome marcante dos Madredeus, e que vai lançar um disco a solo; e fechamos este primeiro ‘bloco’ com a Né Ladeiras. Há outros nomes, como a Dulce Pontes, a Mafalda Arnauth que estão na ‘calha’ para entrarem num segundo ciclo, dependendo também daquilo que o produtor considerar se resulta ou não. É curioso dizer que este produtor foi do Jorge Palma, depois de conhecer o espaço, quis fazer este ciclo no Brazão. É curioso. Acho fantástico. Primeiro são concertos íntimos, não precisam de camarins. O Brazão é uma sala lindíssima e está artisticamente decorada. E tem uma particularidade… basta virar à direita e tem um parque de estacionamento gigante. Um sítio de acessibilidade facílima, seja de Gaia ou não. E não tem sido aproveitado convenientemente como um espaço de cultura urbana. Tem tido cinema, actividades ligadas ao movimento associativo, mas não tem tido este tipo eventos.

É também uma forma de divulgar o espaço?

A nossa ideia para a divulgação de espaços não está neste programa. Está no Conta-me Histórias. O Conta-me é um programa que nasce de uma forma muito interessante e que é complementar até pela própria agenda cultural. Nós temos estado a promover e trabalhar os espaços através de trabalhos fotográficos para cativar as pessoas a irem a esses espaços culturais. Ao Corpus Christi, agora estamos a trabalhar no Cine Teatro Eduardo Brazão…

 Mas o Conta-me Histórias vai desenrolar-se em diferentes espaços culturais?

Sim. O Conta-me vai girar pelos vários espaços culturais de Gaia!

 Quais são… o Corpus Christi…

O Corpus Christi, Auditório Municipal, Eduardo Brazão e Casa Barbot. Nesta primeira fase vai ficar por aí. Depois, ainda há a hipótese de – dependendo depois do próprio funcionamento – que é o aproveitamento de algumas áreas da Casa Museu Teixeira Lopes. Já está mais ou menos combinado um segundo bloco de promoção à música portuguesa. Eu digo isto porque muitas das coisas que ouço da parte dos músicos é que ninguém ouve a música portuguesa, ninguém dá oportunidade aos cantores portugueses… nós, mais uma vez, fazemos uma programação com muita qualidade de música portuguesa. E chama a atenção das pessoas.

Qual é o conceito do Conta-me Histórias?

Não é uma ideia nossa… mas, para nós, por um lado vai divulgar espaços, por outro divulgar a música, os cantores e a cultura portuguesa e, finalmente, são entrevistas com os principais membros ou das bandas ou com o próprio artista sobre a sua carreira, momentos divertidos e/ou terríveis que possam ter acontecido, dois bons jornalistas que vão fazer as entrevistas e, posteriormente, há um pequeno concerto intimista precisamente com a banda ou com o artista. Acho que é um upgrade em relação ao próprio concerto em si. Sinceramente! É uma forma de aproximar o público do artista. São eventos que terão um preço simpático.

Este ano o outro ovo de Colombo – o Egg Parade – vai inundar a cidade novamente?

O conceito é o mesmo. Já foram distribuídos os ovos pelas escolas que pediram, cerca de 40. E depois ficarão em exposição no GaiaShopping. É uma iniciativa que atrai muitos miúdos, traz muita visibilidade e faz uma grande interligação entre aquilo que é a vertente artística e a vertente social.

Baile dos Vampiros 2012

ZEN DE REGRESSO AOS PALCOS DO PORTO
3 de Março, Hard Club

O Baile dos Vampiros realiza-se, este ano, no Hard Club no Mercado Ferreira Borges, a 3 de Março! Em destaque, o regresso dos ZEN aos palcos do Porto e uma verdadeira maratona temática de bandas sonoras cinéfilas dos anos 1960 até aos dias de hoje, protagonizada por Nuno dos Tornados, André Tentúgal, Schizzofrenik Records vs. Lovers and Lollypops e Mister Teaser.

Os ZEN deixaram saudades. O Baile dos Vampiros tem a honra de apresentar a banda mítica do Porto, após uma década afastada dos palcos. A banda de “UNLO”, “11.00 am” e “Step on” volta como cabeças de cartaz com a sua formação original composta por Rui Silva a.k.a. Gon (voz), Miguel Barros (baixo) e André Hollanda (bateria), tendo como convidado Marco Nunes (guitarra). Num regresso inesperado, e depois de um primeiro concerto com lotação esgotada, voltam ao palco do Hard Club com a mesma energia do seu rock de fusão groove e funk, para aquilo que será certamente um dos grandes momentos da noite.
Serão ainda nomeados o Rei e a Rainha do Baile, com um prémio aos que envergarem o melhor disfarce: Bilhetes para o Super Bock Super Rock com tratamento vip no evento da Praia do Meco.
Passamos a apresentar os restantes convidados deste evento especial.
À meia-noite, Nuno dos Tornados (Why Radio) vai passar pelo Hard Club e fará as delícias dos adeptos dos 60’s e 70’s, desde bandas-sonoras de filmes italianos a hits funky pornográficos. Tudo dentro dos conformes, numa sessão de bons costumes e bailarico à moda antiga no Mercadinho de Horrores.
André Tentugal não vem com We Trust mas sim em nome próprio. O realizador que se revelou um caso sério da música nacional neste início de 2012, parará o tempo para reencarnar a década de 80.
Logo depois, a Schizzofrenik Records, a label e responsável pela direcção artística do Baile dos Vampiros e a Lovers & Lollypops, igualmente editora e promotora do Milhões de Festa, apresentam-se juntas em palco numa batalha pelos anos 90, cujo desafio é ter o maior número de pessoas em palco e aumentar o índice de transpiração e décibeis. Tudo entre amigos, com muitas máscaras e cocktails à mistura.
A preparar-se para  a música de 2000 a 2012, Luís Liberal a.k.a. Mister Teaser receberá todos ao ritmo do melhor disco/funky house, new wave e electro. Nos últimos meses, partilhou a cabine com Erol Alkan, Russ Chimes, Xinobi ou Anoraak, nomes que ilustram bem a sua sonoridade de eleição.
O evento assume-se como uma festa temática de máscaras e cocktails, cujo “dress code” de personagem de cinema transformou a última edição num sucesso, com a maior concentração de mascarados até hoje.
A festa de encerramento do Fantasporto realiza 12 anos, pelo Baile dos Vampiros já passaram nomes como Peaches, Buraka Som Sistema, Ricardo Villalobos, Spektrum, Alexis Taylor dos Hot Chip, Micro Audio Waves, The Gift e Late of the Pier entre muitos outros.

Bilhetes à venda: Rivoli Teatro Municipal no secretariado do Fantasporto e Hard Club a partir de dia 20 de Fevereiro.  Preço: 10€

por noticiasdegaia Publicado em Cultura

Gaia recebe a grande festa da música portuguesa

A música portuguesa é claramente o destaque principal da programação cultural de Gaia para o ano de 2012. A aposta do Pelouro da Cultura em aproximar os músicos portugueses do seu público é o fio condutor para uma agenda heterogénea na forma e no conteúdo, tendo por pano de fundo locais emblemáticos de Gaia, como o convento Corpus Christi, recentemente classificado como património nacional pelo Igespar, ou o recuperado Cine-teatro Eduardo Brazão, no qual se destacam as obras de José Emídio e José Rodrigues, ou ainda a Serra do Pilar, mesmo junto a esse Mosteiro que é Património Mundial da Humanidade e local daquela que é considerada uma das mais belas vistas do mundo.
A música portuguesa não se compadece de constrangimentos tantas vezes invocados, como a pequena dimensão do mercado ou as grandes dificuldades que todos vivemos. A música portuguesa floresce, alheia a adversidades. A criatividade dos nossos músicos não entra em crise! E não há-de esta cornucópia criativa ser celebrada? É o que se pretende em Gaia, que a música portuguesa ecoe por toda a Área Metropolitana do Porto e não só.
Jorge Palma abriu o ano musical com um espectáculo de casa cheia. O Auditório Municipal foi mesmo muito pequeno para todos os seus fãs.
Outros grandes espectáculos estão a caminho. Rita Guerra (16 Fevereiro) abre o ciclo “Íntimo no Feminino”, que levará também ao Cine-Teatro Eduardo Brazão, Mísia (8 Março), Teresa Salgueiro (12 Abril) e Né Ladeiras (10 Maio).
Manuela Azevedo, com os seus Clã vão estar à conversa, no Convento Corpus Christi (8 Março), dando música pelo meio. São os primeiros grandes nomes do “Conta-me histórias” um programa/ciclo de grande cumplicidade entre os artistas e o público. Uma conversa animada, um concerto acústico e uma master-class. Cada espectador sairá destes eventos com uma experiência diferente, enriquecedora, mas sempre com uma boa história para contar. Aos Clã seguem-se Rita Redshoes (5 Abril, Auditório Municipal), Mafalda Veiga (20 Abril, Auditório Municipal), Algodão/Pac Man (4 Maio, Auditório Municipal), Bernardo Sassetti (18 Maio, Eduardo Brazão), Luísa Amado (a mulher de Carlos Paredes) com Victor de Sousa (1 Junho, Corpus Christi), Mazgani (14 Junho, Corpus Christi), Old Jerusalem (22 Junho, jardins Casa Barbot) e com mais nomes a anunciar oportunamente.
Rui Veloso (6 Julho) e Luís Represas/João Gil (29 Junho) sobem à Serra do Pilar para noites de animação, onde serão percorridos os grandes êxitos da carreira destes músicos. Estes “Concertos de Verão – Serra do Pilar” trarão também a esse palco monumental os britânicos Echo and The Bunnymen (30 Junho) e os Manfred Mann (7 Julho), conferindo uma dimensão internacional e de impacto turístico a esta programação.
As “Noites de Jazz e Blues de Gaia” vão decorrer no Auditório Municipal e contarão com a voz jazzista de Mónica Ferraz (27 Abril) e os blues de Indiana Blues Band (28 Abril). Deste cartaz faz também parte o jazz dos belgas Ivan Paduart Trio (27 Abril) e a excelente cantora de blues britânica Connie Lush que nos visita com a sua banda.
Em todos os eventos haverá descontos significativos para os detentores do Passaporte Cultural no valor do ingresso! A obtenção do Passaporte Cultural de Gaia poder ser feita, sem qualquer custo, a qualquer altura ou aquando da aquisição dos bilhetes de acesso para qualquer espectáculo mas sempre na Casa Barbot/Casa da Cultura.

por noticiasdegaia Publicado em Cultura

Está a chegar o Fantas

A 32ª edição do Festival de Cinema Internacional do Porto, que irá decorrer Rivoli -Teatro Municipal, entre os dias 20 de Fevereiro e 4 de Março, será dedicada ao Futuro. Um futuro incerto provocado pela situação que o mundo e particularmente o país atravessam. Para tal, o Fantas propoem-se a levar a cabo, ainda antes da entrada nas várias secções que compõem a competição oficial, um fórum sob o tema “O futuro agora”. Este debate será realizado em colaboração com diversas entidades e personalidades da ciência e das artes, num cruzamento com o cinema, sendo coordenado pela directora do Fantasporto, Beatriz Pacheco Pereira. Integram este fórum, um ciclo de conferências sobre os mais variados temas, com múltiplas visões do futuro em áreas tais como o Teatro, a Literatura, a Arquitetura, no lado das artes, e a Óptica, a Robótica, as Ciências Biomédicas, a Física, a Medicina, a Política, o Jornalismo, a Web, ou os Têxteis, no lado da ciência. Estas conferências realizar-se-ão nos dias 21, 22 e 23 de Fevereiro e terão lugar no Rivoli – Teatro Municipal, da parte da tarde.
Durante todo o período do Fantasporto, irão também desenvolver-se Workshops e demonstrações de  Óptica e Robótica, em parceria com a Universidade do Porto. No dia 24 de Fevereiro irá ser inaugurada uma exposição sobre o tema “Porto, Fantasporto & Blade Runner – Holograma”, com a apresentação de um novo holograma gigante, criado especialmente para o evento, pelo Museu da Ciência da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, tendo em conta a comemoração especial dos 30 anos do filme “Blade Runner”, aquele que é considerado o verdadeiro filme de culto do Fantasporto.
Ainda sobre o signo do futuro, o Fantasporto integrará, entre os dias 20 e 23 de Fevereiro, uma selecção de filmes de ficção científica, os quais foram encomendados às escolas de cinema portuguesas e a produtores independentes de novos filmes. Filmes científicos que serão complemento das conferências e que irão ser exibidos no Pequeno Auditório do Rivoli.
Quanto ao cinema, logo no chamado pré-Fantas, que antecede a competição oficial, e porque estaremos então em plena época de carnaval, o sempre considerado “pior cineasta do mundo”, o grande Ed Wood, é alvo de uma homenagem especial. Para isso serão exibidos, nas noites de segunda e terça-feira de carnaval, filmes deste cineasta que são considerados por muitos como filmes de culto. A ingenuidade dos efeitos especiais e o aparente amadorismo dos actores, fazem com que as suas obras sejam momentos delirantes de pura comédia. Mas nem só de comédia vive o carnaval. Há também lugar para as máscaras, e aqui a personagem de Drácula assume um lugar de protagonismo na edição deste ano do Fantasporto. Nos 100 anos da morte de Bram Stoker, é recuperada a obra prima de Francis Ford Coppola “Bram Stoker´s Dracula” que será antecedida pela exibição do clássico do expressionismo alemão “Nosferatu” de F. W. Murnau. Duas visões sobre o monstro, numa sessão dupla em plena tarde de carnaval. Como foi dito atrás, também se comemoram os 30 anos sobre “Blade Runner”, filme que foi exibido na edição de 1982 do Fantasporto em antestreia, e que é um ícone do festival, simbolo da concepção de cinema e da visão do fantástico e do imaginário, do Fantasporto. Poderá ser vista a versão em suporte digital do “final cut” deste filme, no Pequeno Auditório do Rivoli.
Na edição deste ano, irão ser exibidas cerca de 120 longas-metragens e de 250 curtas-metragens, representando 33 países. Sendo que 90% serão inéditos em Portugal com uma antestreia mundial e outra europeia. 87% dos filmes são Europeus ou em co-produção com a Europa, o que levará a que o número de presença de convidados em representação dos filmes a concurso seja maior do que o habitual. Serão quatro as secções em que os filmes estarão em competição: Cinema Fantástico; Semana dos Realizadores; Cinema Português; e Premiere e Panorama. Como já se tornou habitual nos últimos anos, a 32ª edição do Fantasporto, encerrará com o tradicional Baile dos Vampiros, que este ano se muda de malas e bagagens para o Hard-Club, situado no Mercado Ferreira Borges. MAL

Gaia continua fiel ao S. Gonçalo

O relógio marcava as 17 horas. Mais minuto. Menos minuto. E em redor da igreja de Mafamude já centenas de gaienses esperavam pelo santo padroeiro. Nem o frio e a chuva demoveram os presentes. Casacos, cachecóis, luvas e gorros faziam parte da indumentária de grande parte da assistência.
Na rua estava a primeira festividade do ano. De Gaia e do país. O São Gonçalo, o padroeiro dos barqueiros do rio. Mas o santo não anda só. A par dele estão as figuras de São Roque e de S. Cristóvão. Os Mordomos dos Mareantes do Rio Douro transportam, durante a festividade, a imagem de S. Gonçalo, a cabeça de S. Cristóvão (padroeiro das gentes do mar) e um terceiro elemento que encarna a figura de São Roque. As Comissões Antiga e Nova da Rasa transportam a imagem de S. Cristóvão e a cabeça de São Gonçalo. Os três grupos desfilam durante todo o dia pelas freguesias de Santa Marinha e Mafamude, arrastando com eles centenas de pessoas.
E os gaienses vão passando, beijando as imagens e pedindo por um ano melhor. Os mais velhos aproveitam para ir rezando enquanto assistem à passagem.
E tudo termina na igreja de Mafamude. “Aqui vai o S. Gonçalo” é a expressão que capta a atenção da assistência. Aproximavam-se os primeiros mordomos. A Comissão Antiga da Rasa (a Rasa de Cima) foi a primeira a chegar. E notou-se. Os cânticos ecoaram e aqueceram os ânimos dos presentes. Os mais novos gritavam ‘o santo é nosso’ e os devotos respondiam com o tradicional ‘e é é é’! Entraram na igreja, rezaram e seguiram-se as três voltas ao templo. No final, um pequeno compasso de espera para receber os mareantes. Depois de se cumprimentarem, os mordomos dos mareantes deram início à mais esperada entrada de igreja. Metodicamente, os ajudantes vão confirmando que os rituais estão a ser seguidos à risca. As figuras dos padroeiros devem entrar na igreja de costas para o altar. Ou correm o risco de perder o S. Gonçalo para uma das comissões. Mas tudo correu pelo melhor. Os mareantes continuam com a responsabilidade mor no S. Gonçalo.
Depois da reza, os mordomos ‘devolvem’ à população a imagem do santo e em uníssono ostentam a alegria de a transportar. Este é possivelmente o momento alto da festividade. Centenas de pessoas se empurram e gritam ‘o santo é nosso’. Entre empurrões e gritos, todos se sentem abençoados pelo santo e pelo sentimento de dever cumprido. Seguem-se as voltas à igreja, com mais ou menos empurrões.
A Comissão Nova entra agora em cena. Mais beijinhos e pedidos aos santos. E mais uma reza. As músicas vão mudando apenas pelo tom de vozes. ‘Aqui vai o S. Gonçalo’ e o ‘Santo é nosso’!
O que não faltou, nos três grupos, foi mesmo o barulho dos bombos. Os tambores grandes e pequenos levados por velhos, novos e crianças são imagens de marca da festa de janeiro.
Mesmo no final, a chuva miudinha fica mais grossa. A multidão dispersa e os comerciantes arrumam as trouxas. O negócio estava feito.
Restavam as farturas, queijos e presuntos. A fome aperta depois da espera. As farturas assumem no final o papel mais importante. É na primeira festa que se comete o primeiro pecado da gula anual. Pelas filas, certamente o pecado se transformou em satisfação.
Entre tradição, comércio e empurrões, salvam-se os santos padroeiros. Para o ano voltam à rua… se Deus e os santinhos assim o quiserem…

O santo é nosso
O vereador da cultura, Mário Dorminsky, reconhece a popularidade do S. Gonçalo: “A primeira Festa do ano…uma festa sacro, mas também pagã que, apesar disso, culmina na Igreja de Mafamude aos gritos de “o santo é nosso”. As portas da igreja estão assim abertas para receberem a cabeça de S. Gonçalo que os Mareantes do Rio Douro têm de levar junto do altar que faz parte da tradição secular da Festa”.
E se esta festa é importante, muito se deve à adesão popular que se vai mantendo. “Cá por fora, estão sempre centenas de pessoas. Este ano a chuva (miudinha) que se fez sentir não impediu a manutenção, diga-se que recente, de uma autêntica romaria popular onde não faltavam os tachos para venda ou as bifanas nas dezenas de “barracas” ali montadas. As farturas continuaram a ser um sucesso e a música “pimba” o som de fundo que animou quem aderiu a esta festa secular. Foi mais um S. Gonçalo. Para o ano há mais”.

São Gonçalo
São Gonçalo é o santo português que, logo depois de Santo António de Lisboa, goza da maior devoção, sobretudo a Norte de Portugal.
Gonçalo nasceu em Tagilde, concelho de Guimarães, em 1187. Estudou na Arquidiocese de Braga e, ordenado sacerdote foi nomeado pároco de São Paio de Vizela.
Seguindo a corrente piedosa do seu tempo, empreendeu uma longa peregrinação a Roma e a Jerusalém.
Após o regresso, estabeleceu-se em Amarante, onde, a par do zelo apostólico, se entregou à vida contemplativa.
Faleceu no ano de 1259. A biografia está recheada de um sem número de lendas, entre as quais a que se refere à construção (ou restauro) da ponte sobre o Tâmega, em Amarante.
Ao lado desta ergue-se o mosteiro que D. João III mandou construir em sua honra.
São Gonçalo foi beatificado pelo papa Pio IV, em 1561.
Liturgicamente, celebra-se a memória de S. Gonçalo no dia 10 de Janeiro.

Oração
Ó Deus, Vós manifestastes as vossas maravilhas na alma do Vosso servo Gonçalo, inflamada no amor do Vosso nome; concedei-nos a graça de, à sua imitação, termos sempre o pensamento em Vós e fazermos com fervor o que Vos é agradável.
Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amen.