“Fusão de empresas municipais não basta”

Comunistas reagem em comunicado à opção da câmara municipal

A recente medida de Luís Filipe Menezes em diminuir o número de empresas municipais mereceu uma especial atenção dos comunistas de Gaia.

Salientam que desde o primeiro mandato social-democrata se “iniciou um processo de uma exagerada proliferação de empresas municipais, que significaram uma evitável fonte de despesas, e que na prática retirou do escrutínio democrático a gestão de importantes áreas da actividade municipal, relegando os órgãos eleitos a uma mera acção ratificadora e acrítica”.

Por isso mesmo, “o recente anúncio da fusão de várias empresas municipais, e consequente redução do seu número, embora comprove a justeza das críticas da CDU quanto ao despesismo que durante anos lesou o erário público em “vários milhões de euros”, não vai resolver o cerne da questão, pois a sua actuação continuará a manter-se fora do controlo democrático que deve ser exercido pelos órgãos eleitos, não sendo ainda claro o que significa exactamente esta nova configuração”, ressalvam.

Por fim, a CDU exige “um debate na Assembleia Municipal que permita clarificar o real alcance das medidas agora anunciadas”.

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