Política

Situação económica preocupa PCP

Comissão Concelhia do Partido Comunista reuniu para debater a situação actual do país

No dia 24 de Maio, alguns membros do PCP deram uma conferência de imprensa onde falaram sobre a situação política, económica e social que afecta o país. João Pires, Paula Baptista, António Gonçalves e António Almeida foram os membros presentes.

O discurso dos membros do Partido ficou marcado pelos ataques ao PS e PSD. Para os comunistas, foram estes partidos que “cozinharam em conjunto a materialização do aprofundamento das políticas”.

Os comunistas criticaram as medidas anunciadas pelo Governo que visam reduzir o défice público em cerca de 7 milhões de euros. Para o PCP, estas medidas colocam os “trabalhadores, os pequenos e médios empresários, os reformados e pensionistas, os desempregados, os excluídos e os pobres numa situação de ainda maiores dificuldades”.

Segundo a opinião destes militantes, as medidas anunciadas representam mais carga fiscal, um corte brutal no investimento público, diminuição das prestações sociais, entre outras mudanças que contribuirão para o agravamento da crise económica.

Uma outra questão abordada foi a problemática do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC) e a sua influência no Concelho de Gaia. Os membros do PCP criticaram esta medida e afirmaram que “não se pode estar com este PEC e defender menor investimento público e ao mesmo tempo propor linhas de excepção para obras como o Metro e o Hospital”.

Outro dos visados foi Luís Filipe Menezes. O autarca foi criticado por querer aparecer bem em “duas fotografias que por serem inconciliáveis chegam a ser ridículas”.

O desemprego foi também um dos assuntos discutidos. Os comunistas criticaram a aposta “insana” nas grandes superfícies e a privatização da superfície urbana do município, apontando estas medidas, entra muitas outras, como responsáveis pelo aumento dos índices de desemprego em Gaia.

A comissão concelhia disse que valoriza o protesto contra a introdução de portagens nas SCUTS e reafirmou a vontade de lutar por “uma política alternativa que sirva os trabalhadores e as populações e que não esteja ao serviço dos poderosos”. AR

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