Política

Joaquim Couto espreita eleitorado socialista

PS Gaia aposta num médico, ex governador civil do Porto, ex presidente de câmara e actual deputado na carnaval-011Assembleia da República para recuperar câmara municipal

“Esta é uma candidatura difícil”. Quem o afirma é Joaquim Couto, candidato pelo partido socialista à câmara de Gaia, nas eleições a disputar no próximo mês de Outubro. Porém, para Joaquim Couto, não é impossível tendo em conta a “ambição do PS, a organização da candidatura e os resultados eleitorais de 2005 que nos estimulam”. E não só: “É necessária uma viragem de ciclo”, que pare com o poder que a direita exerce no município desde 1997. E por que não salientar que Couto “já foi a muitas eleições e nunca perdeu nenhuma”.

O socialista admite que “a direita, no primeiro e segundo mandato fez alguma ‘obra de betão'”, com “a ajuda do governo”, mas depois estagnou.

Hoje, “Gaia está transformada numa cidade a duas velocidades: a do interior, onde falta de tudo um pouco (por exemplo creches, equipamentos desportivos e culturais, infra-estruturas) e a urbana”.

Joaquim Couto dá conta de um problema municipal. “O poder em Gaia olha para a gestão municipal com autonomia em relação ao Estado e à sociedade civil organizada. A Câmara Municipal de Gaia entende que aquilo que é responsabilidade do Governo, eles que façam; o que é da autarquia vão fazendo, o que podem; o que é da sociedade civil, eles que se desenrasquem. O que prova que as politicas de gestão global estão erradas”.

Os socialistas apresentam propostas concretas para inverter a “mudança de ciclo”. Uma gestão moderna, visto que “os serviços municipais estão dispersos actualmente – ao contrário do que se passa na Loja do Cidadão – e ainda por cima não estão ligados em rede. E aproximar o executivo e a comunidade, tendo em conta que a câmara municipal e os eleitores estão muito distantes. No entender dos socialistas, para acabar com esta lacuna, que permite, por exemplo, que haja inúmeros gaienses que nunca tivessem assistido a uma reunião de câmara, deve ser levada a cabo campanha que inclua, mensalmente, uma reunião numa freguesia do concelho. Assim, “vamos mostrar como funciona e fazer com que as pessoas se tornem mais activas e com actividade cívica mais interveniente”.

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