Ambiente

Defesa do planeta começa em Gaia

O Condomínio da Terra será formalizado com a Declaração de Gaia, que vai ser assinada a 5 de Julho, numa conferência internacional que terá lugar na única cidade portuguesa com o nome da deusa da Terra na mitologia untitled-2-copygrega.

Mas antes, a Quercus vai dar a conhecer já amanhã, pelas 11h00, no Edifício da Presidência da Câmara Municipal, esse documento estratégico constitutivo do “Condomínio da Terra”.

O nome escolhido surge porque, na mitologia grega, a mãe Gaia é a deusa da Terra. Antes de Gaia existia o Caos, era a confusão total entre o céu, a terra e a água.

A assinatura da Declaração de Gaia pode ser feita através do site http://www.condominiodaterra.org.

No texto da Declaração de Gaia explica que as alterações climáticas, essencialmente provocadas por actividades humanas, são uma realidade ameaçadora para todos os povos do mundo.

Assim, torna-se necessário criar um sistema económico que promova a redução do consumo dos bens ambientais e assegure a conservação e a recuperação dos ecossistemas.

Nessa perspectiva, o Condomínio da Terra pretende compatibilizar a organização interna das sociedades humanas com o funcionamento global e interdependente da biosfera.

A declaração considera que a actual crise ambiental resulta de uma deficiente adaptação das sociedades humanas às circunstâncias impostas pelo planeta, uma vez que a vizinhança global coloca-nos na condição irrenunciável de todos sermos condóminos da Terra.

O Condomínio da Terra surge, por isso, como uma proposta de evolução das instituições internacionais, que tem como base a indivisibilidade factual dos bens mais essenciais à existência humana.

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por noticiasdegaia Publicado em Ambiente

2 comentários a “Ambiente

  1. Vila d’Este quer melhorar o ambiente

    Uma bolseira licenciada da Universidade da Extremadura, Espanha, vai fazer o levantamento dos pontos fracos ao nível ambiental na Urbanização Vila d’Este, em Vilar de Andorinho, e apresentar, até 29 de Maio de 2009, um relatório com soluções e alternativas para melhorar o ambiente.

    Noa Rodrigues Hermida é licenciada em Engenharia do Ambiente e a sua colaboração acontece ao abrigo de um protocolo de cooperação entre a AP – Associação de Proprietários de Vila d’Este e a Universidade da Extremadura, por intermédio da Fundação para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia.

    No seguimento de uma estratégia orientada para a promoção da qualidade de vida e no âmbito das comemorações do sexto aniversário, a AP – Associação de Proprietários de Vila d’Este apresenta no dia 20 de março de 2009, pelas 11.30, o projecto Ambiente, que tem como objectivos a promoção da qualidade de vida e de hábitos saudáveis, assim como sensibilizar as famílias da comunidade e a opinião pública para o direito de existir pintura ecológica no processo da requalificação urbanística e paisagística da Urbanização Vila d’Este.

    Contacto:
    AP_Vila_DEste@sapo.pt

  2. CONVITE – Mesa Redonda

    Vila d’Este: PAISAGISMO, URBANISMO, REABILITAÇÃO, REQUALIFICAÇÃO e AMBIENTE

    Jornada “REGENERAÇÃO URBANA”

    Quinta-feira, dia 7 de Maio de 2009

    14H50

    No âmbito da Semana da REGENERAÇÃO URBANA em Vila d’Este, a AP – Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este em parceria com o grupo ECOCLUBE Vila d’Este promove na quinta-feira, dia 7 de maio, uma Mesa Redonda subordinada ao tema “REGENERAÇÃO URBANA: PAISAGISMO, URBANISMO, REABILITAÇÃO, REQUALIFICAÇÃO e AMBIENTE”.

    No momento crítico em que a humanidade tem que tomar decisões sobre o seu futuro e sobre o Universo em evolução, não deixando de definir padrões dominantes de produção e consumo de bens essenciais tendo sempre como horizonte a responsabilidade universal e a permuta do conhecimento, quer no respeitar e cuidar da comunidade da vida sem nunca esquecer o desenvolvimento.

    Sobre o tema REGENERAÇÃO URBANA é imprescindivel uma mexcla heterogenea do conhecimento e do saber fazer, até ao momento a “base” da mesa redonda conta com as presenças confirmadas de:

    – Nuno Abrantes, lic. arquitecto, co-autor do trabalho REHABILITATION OF A SOCIAL HABITATION “VILA DE ESTE”. A STUDY CASE exposto em Napoles e publicado na revista Housing Science and Its Applications.

    – Noa Rodriguez Hermida, lic. Ambiente na Universidade da Extremadura, ao abrigo do Programa Leonardo Da Vince sob o Projecto QUERCUS III é promotora do ecoclube em Vila d’Este.

    – Ana Rita Baldaia, finalista arquitectura na Universidade do Porto, ao abrigo do Programa Erasmus desenvolve a sua investigação nesta área da arquitectura na Universidade Brandemburgo, cidade Cottbus-Alemanha.

    Esta jornada pretende contar CONSIGO, e ser alargada a todos e a todas com o pensamento sobre a “REGENERAÇÃO URBANA”.

    Assiste e participe, todas as opiniões serão registadas e documentadas.

    Aguardamos a sua Inscrição.

    Na expectativa de poder contar com a participação de Vossa Excelência, subscrevemo-nos,

    Com os melhores cumprimentos.

    A Direcção

    Data: 7 de Maio de 2009, quinta-feira;
    Hora: 14H50;
    Organização: AP-Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este;
    Local: Rua Salgueiro Maia 274 A, Vila d’Este, Vilar de Andorinho, Vila Nova de Gaia;
    Tel/Fax: 227849176;
    Email: AP_Vila_DEste@sapo.pt
    ———————————————-
    texto de apoio:
    REABILITAÇÃO URBANIZAÇÃO VILA DE ESTE

    1. INTRODUÇÃO
    A conservação e a reabilitação de edifícios devem constituir cada vez mais em Portugal uma alternativa à construção de novos edifícios, de modo a resolver a poluição visual causada pelo património habitacional degradado existente nas grandes cidades.
    Em Vila de Este, pretende-se ir mais longe, ou seja, aproveitar a necessidade de reabilitar os edifícios, para os requalificar sob o ponto de vista arquitectónico, contribuindo para a sua modernização e induzindo uma maior auto-estima por parte dos seus moradores.
    Vila de Este é, porventura, a porta de entrada mais visível do Grande Porto, através da A1, dando uma imagem muito negativa a essa acessibilidade. Por outro lado, a degradação evidente dos edifícios, em particular da sua envolvente criam, na opinião pública e também nos seus moradores, um sentimento de desagrado que afecta a qualidade do ambiente e de vida dessa comunidade.
    Verifica-se, por outro lado, que os edifícios apresentam qualidades estruturais e construtivas apreciáveis e, como tal, susceptíveis de serem merecedoras dum programa realista de reabilitação.

    2. AS ANOMALIAS
    Através da AP-Associação dos Proprietários da Urbanização Vila de Este, foi lançado um Inquérito relativo às anomalias, em particular às humidades e às fissurações.
    Relativamente aos inquéritos recebidos e analisados apresenta-se a dis-tribuição das anomalias por elementos de construção:
    – Humidades dominantes em paredes/caixilharias,
    – Humidades dominantes em quartos (maiores áreas de paredes/caixilharia exterior),
    – As fissurações repartem-se entre paredes e tectos.

    A reabilitação das anomalias descritas apresenta algumas situações genéricas e que se consideram prioritárias:
    1. Revisão das coberturas
    2. Reabilitação das paredes
    3. Requalificação das zonas de entradas e caixas de escadas
    4. Demolição das forras
    5. Substituição das caixilharias (janelas e portas)
    6. Instalações de águas, esgotos e incêndio
    7. Requalificação de zonas anexas com carácter provisório existentes nas coberturas
    8. Requalificação das áreas de arrumos.
    3. REQUALIFICAÇÃO ARQUITECTÓNICA
    A zona de entrada dos edifícios é, sem dúvida uma das mais degradantes, sob o ponto de vista arquitectónico dos edifícios. Considera-se necessário dar outra dignidade a esse elemento.
    A sua requalificação passa pela construção de um volume (caixa de vidro) saliente ao edifício, que dessa maneira faz a marcação das entradas, introduzindo uma “dupla escala” nos edifícios.
    Esses novos volumes integram as novas caixas de correio, que deixam assim de estar centralizadas e longe das diferentes entradas. Igualmente, resolvem (dentro das pos-sibilidades) questões relacionadas com a acessibilidade.
    Fazem ainda parte das principais ideias de requalificação das fachadas:
    1. Construção de um embasamento em azulejo, ao longo de todos os edifícios, pela altura das padieiras das garagens.
    2. Colocação de uma forra de chapa ondulada translúcida nas caixas de escadas, que desse modo fragmentam os enormes blocos de habitação.
    3. Construção de varandas que se “adoçam” aos vãos verticais, que introduzem uma “textura” inexistente na monotonia geral das fachadas dos edifícios.

    4. CONCLUSÕES
    A Reabilitação dos Edifícios da Urbanização Vila de Este é absolutamente necessária e urgente e deve ser considerada uma oportunidade a não desperdiçar para introduzir a sua requalificação arquitectónica. Esta operação executada sempre com recursos limitados, deve assim não só resolver as anomalias existentes, como adequar o edifício aos novos requisitos – térmicos, acústicos, segurança contra incêndios, acessibilidades e introduzir um factor de melhoria de qualidade arquitectónica que se reflicta no espaço público e contribua para uma maior auto-estima da sua população.

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