Cultura

Autarquia distribui subsídios culturais

Canidelo, Santa Marinha e Mafamude foram a primeiras colectividades que celebraram protocolos. Seguem-se instituições humanitárias

Cerca de 38 mil euros vão ser entregues a quatro colectividades de Canidelo: Associação Recreativa de Canidelo, Associação Recreativa e Cultural da Alumiara, Rancho Folclórico de Canidelo e Cale-Estúdio Teatro.

teatro_panoEstas instituições exemplares que têm desenvolvido um serviço cultural em Canidelo de relevo, elevando o nome da freguesia.

Estas verbas agora protocoladas referem-se ao ano de 2008. Coube ao presidente da câmara explicar a demora: “Este ano não nos atrasamos. Simplesmente achamos que não fazia sentido celebrarem-se os protocolos sem que as verbas não fossem disponibilizadas na mesma altura. Foi o que aconteceu”.

O importante é que o documento assinado permite o imediato levantamento das verbas, assegurou Filipe Menezes.

No dia seguinte foi a vez das colectividades de Santa Marinha assinar acordos com a autarquia. À freguesia coube uma fatia de mais de 36 mil euros, embora o valor possa vir a ser aumentado. “Nalguns casos poderá haver um reforço de 30 a 40% para que se possam melhorar equipamentos ou infra-estruturas”, salientou Menezes.

Coube ao vice-presidente entregar os acordos com as instituições culturais de Mafamude. Na freguesia vão ser distribuídos perto de 30 mil euros.

A câmara municipal prevê gastar cerca de 500 mil euros do orçamento nos protocolos assinados com as colectividades das 24 freguesias do concelho.

Marco António Costa referiu ainda que, após os protocolos culturais, a autarquia pretende copiar a iniciativa, desta vez junto das instituições de cariz humanitário.

Recorde-se que, na segunda-feira passada, durante a reunião de câmara, a CDU manifestou algum desagrado pela demora em entregar estes subsídios. Ilda Figueiredo lamentou que “só agora, em finais de Janeiro de 2009, a maioria PSD/PP tenha apresentado uma proposta concreta quanto aos apoios às Colectividades de Cultura e Recreio respeitante a 2008”. A vereadora considera também que para “além de tardia, esta proposta peca ainda por os montantes nela previstos não terem sido actualizados face aos valores atribuídos em 2007”.

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