Sociedade

Tartarugas marinhas voltaram ao Atlântico

A boleia de uma corveta da marinha levou-as para bem longe. A mais de 45 milhas da costa já estavam a salvo. E puderam ser devolvidas as duas tartarugas marinhas ao seu habital natural. Ainda o sol não se sentia minimamente.

Com oito e três quilos, as tartarugas de carapaça vermelha e castanha foram entregues por pescadores à Estação Litoral da Aguda (ELA), visto que elas tinham ficado presas nas redes de pesca. Como aliás acontece sempre que estes espécimes são encontrados.

Uma delas foi encontrada no final de Fevereiro de 2006, em Viana do Castelo. Após sete meses de recuperação, permaneceu na estação, chegando a estar em exposição no aquário da ELA. Conseguiu ganhar durante este tempo seis quilos.

A segunda esteve em restabelecimento durante sete meses, conseguindo aumentar meio quilo desde o final de Fevereiro.

Estiveram na ELA até que apresentassem todas as condições físicas para poderem regressar ao Atlântico. Graças à sardinha fresca e ao pilado (caranguejo usado como fertilizante nas terras agrícolas) que se encontra na carismática vila piscatória da Aguda.

O biólogo Mike Weber (também presidente da ELA) e Filipe Menezes foram os libertadores das jovens tartarugas, devolvendo-as à água salgada e ao imenso oceano.

Todos os anos, no início de Outubro são restituídas tartarugas resgatadas, antes mesmo das tempestades de Inverno do mar. Como prevenção foram colocados chips identificadores nos animais que os denunciam caso haja nova captura.

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