Sociedade

Teste de exercício cardiopulmonar em destaque em Gaia

Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho é aquele que, na zona norte, mais exames destes faz. Prática em debate de 10 a 13 de Setembro no Hotel Meliá

A técnica está pouco divulgada entre a classe médica, o que leva a que seja pouco utilizada, no entanto é eficaz no diagnóstico de doenças cardíacas e pulmonares, no prognóstico de intervenções como transplantes e na avaliação clínica após a aplicação de um tratamento farmacológico ou de reabilitação.

Trata-se do Teste de Exercício Cardiopulmonar, em cuja prática o Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho (CHVNG/E) é líder na zona norte, com cerca de 300 testes no ano passado. Para debater a prática, alguns dos maiores especialistas e investigadores da mesma em todo o mundo estarão reunidos de 10 a 13 de Setembro no 12th European Practicum on Clinical Exercise Testing, que se realiza no Hotel Meliá, em Gaia.

Um dos oradores convidados do curso organizado pela Sociedade Internacional para a Investigação da Intolerância ao Exercício (ISEIRE – International Society for Exercise Intolerance Research and Education) e pela Sociedade Portuguesa de Pneumologia é Denny Levett, médico inglês, que participou, no ano passado, numa expedição ao Everest, onde coordenou um grupo de investigadores que estudavam utilização do oxigénio na mais alta montanha do mundo.

Refira-se que o teste de exercício cardiopulmonar, que é usado, por exemplo, por atletas de alta competição, de forma a programarem o seu treino de modo a atingirem o máximo rendimento, serve para medir num doente a sua capacidade de exercício e, assim, diagnosticar a doença, planear o tratamento, já que permite a estratificação do grau da doença, e avaliar a eficácia do mesmo. Permite ainda medir a percentagem de incapacidade para efeitos de reforma ou pedidos de indemnização.

O CHVNG/E “fez cerca de 300 testes de exercício cardiopulmonar e é o hospital da zona Norte que mais exames destes faz. No entanto, tem capacidade para fazer mais do que dois por dia que é o que temos vindo a assistir.”, explica o director clínico, Raul César de Sá.

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